18 de novembro de 2017

Diário de Leitura 003 e Assistidos recentemente 004 (Mês do horror!)

Enfim pessoal, demorei anos e anos pra contar os updates das maratonas aqui pra vocês mas cá estou eu, aos 45 do segundo tempo, escrevendo sobre o mês mais lindo do ano (competindo só com dezembro, que também está FINALMENTE chegando!). Foi quase uma maravilha. Eu tinha tais metas, e não consegui ler: O médico e o monstro, pois o meu exemplar não era o mesmo que eu lembrava há uns anos e eu não sou uma boa companheira para livros muitos velhos, ou seja ou eles ou a minha saúde e decidi escolher a última; Garota Exemplar, por um motivo horroroso, eu odeio a capa do filme e eu simplesmente ficava desmotivada toda vez que olhava o livro, então desisti. 
Não consegui ver: Stranger things, só por preguiça de começar uma nova série mesmo (enquanto escrevo isto, estou assistindo Gilmore Girls pela milésima vez); O bebê de Rosemary, porque tenho um medo do c****** desse filme e minhas amigas não tiveram coragem de ver comigo, então... 
Mas, contudo, todavia, entretanto, eu consegui todas as outras metas e adicionei mais filmes e séries à lista. Li Caixa de Pássaros no primeiro dia de maratona e já falei sobre ele aqui. Daí fui à feira de livros da cidade e comprei uns negócios, e então comecei a ler Lolita do Vladimir Nabokov (que vou falar sobre no blog em breve). Voltei a ver Scream Queens e rever The Vampire Diaries e até tentei começar Dexter, mas sem sucesso. Também assisti um monte de filmes bons e ruins, entre eles 13 cameras, mas não tenho muito a falar sobre. Nos últimos dias de outubro, comecei a ir bem mal nas maratonas e a 24h Readathon Halloween Edition não foi lá um grande sucesso (dormi por 11h), então nos primeiros dias de novembro, eu aproveitei a vibe de dia dos mortos e fiz uma outra maratona 24h que deu muito certo (mas não li nenhum dos livros da TBR, li Tash & Tolstói da Kathryn Ormsbee, terminei Lolita do Nabokov e Viajante Solitário do Jack Kerouac).
Diário de Leitura
Miniaturista
Que livro esquisito! Ele era tão lento e pointless que me dava sono, mas sempre que tava perto de terminar alguma parte (porque ele é dividido em quatro partes), acontecia alguma coisa muito inesperada e instigante. De qualquer forma, eu gostei muito da leitura. Tem uns diálogos MUITO bons e o final é, apesar de triste, realmente bem pensado.
Sete ossos e uma maldição
É um dos meus livros preferidos da vida! Não é nenhum Edgar Allan Poe nem nada, mas foi um dos primeiros livros de terror que eu li quando eu tinha lá meus belos e calmos 11 anos. Decidi reler porque não lembrava de nada e que coisa boa! Me deu aquela vontade de escrever só por escrever mesmo, sem ganância nenhuma (o que infelizmente não acontece mais com tanta frequência).
Acho que não tenho muito a falar sobre o livro em si, sabe? É uma coletânea de contos de horror da Rosa Amanda Strausz e todos se passam com crianças ou adolescentes e num cenário bastante brasileiro, o que é definitivamente o melhor do livro. Acho que meu conto preferido é o Dentes tão brancos, sobre uma garota que vai à uma festa com o tema morte e todos os convidados têm que ir fantasiados das mortes que acham legais ou de como querem morrer (façam essa festa por favor, que ideia maravilhosa!), daí a nossa mocinha extremamente romântica, aluga uma fantasia de época pra representar aquelas heroínas incríveis que morrem por amor. O resto eu não vou contar, mas é tão curioso quanto essa festa haha
Assistidos Recentemente
Scream
Bem, não acho que vou falar sobre essa série aqui novamente, então, vejamos: É bem ruim, mas eu gostei. É simplesmente uma junção de todos os clichês de filme de terror americano, o que é uma brilhante ideia na minha opinião, se a própria série também não fosse clichê. Só que eu gosto de filme trash e a série me agrada nesse ponto, é também muito rápida e cheia de representações de moda que eu gosto de ficar prestando atenção.
The Bad Seed
Eu li o livro no começo do ano e passei décadas pra ver o filme, mas finally I did. O filme é muito bom, mas o melhor dele é com certeza os créditos (e você vai ter que ver pra entender) e talvez o final meio peculiar. Eu queria demais problematizar o que acontece no fim (não por ser diferente do dado pelo William March, mas por ser incrivelmente esquisito que aquele foi o final quisto pela população estadunidense de 1956) mas seria um grande spoiler, então fiquemos apenas com: É a adaptação cinematográfica do livro de mesmo nome que conta a história de uma mulher norte-americana nos anos 50 que teme que a pequena filha de oito anos seja uma psicopata assassina. Foi um dos primeiros filmes de terror a tratar da maldade infantil, se é que se pode chamar assim, e com certeza, um dos grandes precursores do gênero. Gostei muito mesmo.
Creep
Eu não sabia de jeito nenhum que esse filme era do mesmo criador de Hush (que eu já falei sobre aqui) e descobrir isso nos créditos finais foi muito bom, porque eu amei esse filme! Foi um daqueles momentos tipo "Ah, claro!" 
Sério, é muito difícil que eu veja filmes de terror contemporâneos e norte-americanos e ache que são de boa qualidade, mas aqui está um que faz jus ao gênero e, com certeza, ao seu título. É sobre um cinegrafista que é contratado pra fazer uns trabalhos pra um cara muito muito creepy. Que final, guys.

7 de novembro de 2017

Um papo furado sobre modéstia e sobre não caber + Uma playlist

Vinte e quatro de outubro de dois mil e dezessete

Estou escrevendo de madrugada como sempre e amanhã (vulgo hoje, mais tarde) eu preciso ir pra faculdade receber um dos piores trabalhos que eu já fiz na vida e um dos melhores. Eu tô nervosa porque essa vai ser a primeira vez que eu tiro uma nota baixa nesse curso (e infelizmente, eu mereço) e porque eu vou provavelmente me sentir a pessoa mais burra do mundo até que eu consiga uma nota boa de novo. E eu sei que eu não sou uma pessoa burra. Eu geralmente tiro sempre notas boas e fico mal às vezes quando tiro *pode levantar as sobrancelhas e me xingar* nove. Isso aconteceu na última semana, inclusive. Tirei nove numa prova que eu sabia que tinha sido fácil e apesar de muitos dos meus amigos não terem conseguido bons resultados, eu me senti muito subestimada e pequena. Com um nove. Um fucking nove.

Então, pensando nisso e em como eu vou me sentir um lixo ambulante amanhã, eu vim aqui falar sobre modéstia e como eu me sinto inteligente mas tenho uma das piores autoestimas intelectuais que você vai ver em uma pessoa.

Primeiro, vamos explicar o problema de ser inteligente mas não confiar na sua inteligência. 

A vida inteira eu sempre escutei que eu era muito precoce e que eu lia livros que normalmente crianças da minha idade não leriam. Eu lia Ana Maria Machado também, eu não era uma daquelas meninas citadas em jornal por ter lido todos os tratados filosóficos que se tem pra ler aos oito anos. Mas eu lia os clássicos, eu sabia escrever, já referenciava bem... Eu tinha uma ótima educação e por isso, me acostumei a nunca tirar nove.

Então eu sempre soube que era alguém inteligente, e por não acreditar em talento ou ideias inatas, eu pensava que essa era uma questão que não dependia de ser modesto ou não, era apenas fato: Eu tive uma boa formação pedagógica e fui estimulada a estudar e consumir cultura e diversidade de informação, logo eu sou inteligente. Sendo assim, sempre achei esquisito que as pessoas fiquem chateadas quando alguém se assume bom em alguma coisa. Ora, qual é o problema de saber que canta bem ou que é bonito ou que é inteligente? Mas já que por convenção nós decidimos que essa é uma questão de humildade, eu acabei entrando nessa paranoia ridícula também (mais pela manutenção de uma  harmonia social do que por qualquer outra coisa) e desde que eu tinha uns 15 anos, eu não sou mais inteligente. Se alguém me diz isso, eu nego com toda veemência do mundo. E no fundo, eu sei que eu sou, mas vai que as pessoas me odeiem só porque eu gosto de algo sobre mim?

Mas voltando à problemática anterior, se sentir inteligente, pra mim, nunca teve muito a ver com ser capaz de produzir coisas boas. Falo criativamente, sabe? Eu sei que tenho referências o bastante pra escrever uma boa resenha ou um bom trabalho acadêmico em geral, mas eu não acho que vou além disso. Em parte porque eu não tento e em parte porque eu acho que, na verdade, todas as minhas referências servem não para me ajudar, mas para me influenciar demasiadamente.

Eu só queria criar algo que não parecesse com nada e ainda assim ficasse bom. Não queria que me comparassem a nenhum grande autor (por mais alto que esse elogio seja), queria só que fosse eu. Uma materialização simples de mim mesma e ponto.


E por mais que eu saiba, na minha mente, que se eu tentar muito eu vou eventualmente conseguir isso, eu prefiro não tentar e descobrir que eu não era capaz mesmo. Pode ser que eu já tenha criado algo bom também, mas sabe aquilo de não conseguir ter orgulho do que vem de você? Pois é. 

Semana passada, minha prima veio aqui em casa. Eu tenho três primas próximas, o que é engraçado, porque todas são muito distantes de mim. Mas enfim, a que veio me visitar, passou horas e horas falando sobre como ela imaginava a vida dela daqui uns dez anos. Basicamente tudo que eu não quero. Não porque eu despreze ou algo parecido, mas apenas porque é diferente de mim e de como eu fui criada pra ver o mundo. Quando ela foi embora, eu só conseguia pensar em quão longe eu estou de conseguir realizar minhas aspirações. E é muito péssimo que a visita dessas primas me deixe tão nostálgica e frustrada.

Minha frustração não é sobre achar que a vida delas é horrível, mas por achar que todas nasceram onde cabiam e eu não, mas estou fadada a viver a mesma vida. Estudar o que der dinheiro, ter alguns lazeres singelos em detenção do lugar onde mora, ir à igreja, casar, ter filhos, morrer. A jornada do herói brasileiro, sem muitas alterações. O que eu espero que não aconteça comigo.

E por mais narcisista que isso pareça ser, eu acho que toda a imensidade desse lugar ainda é muito pequena pra mim. E tudo bem que esse mundo todo não vai ser meu, como eu sonhava quando criança, mas a gente sempre consegue achar o nosso próprio mundo dentro das nossas possibilidades. E eu não acho que o meu está nesse país e nem perto dessas pessoas. Eu amo esse lugar e eu amo quem eu tenho aqui. Sempre disse que nunca tive nada em objeto que eu me importasse tanto a ponto de não querer perder nunca, mas se uma dessas pessoas fica triste, eu quero levá-las pra a fábrica do Willy Wonka, pra Neverland, sei lá. Mas mesmo assim, eu não consigo me sentir em casa. Parece que tem um outro mundo me esperando atrás das portas do meu guarda-roupa.

Eu não queria liberdade, nem nenhuma outra ilusão. Eu só queria uma travessia que me parecesse valer a pena. Um bom trabalho onde eu pudesse exercer minhas capacidades acadêmicas, um lugar que eu achasse bonito e seguro e uma situação estável com as pessoas a minha volta. Não é muito, não é como eu imaginava minha vida aos doze anos, mas é o que eu posso conseguir se eu trabalhar o suficiente.

Minha vida não é aqui e parece que ela tá em hold esperando apenas que eu a comece finalmente.

Eu fui criada nesse país e nessa cultura e eu gosto de tudo isso, senti falta de tudo isso quando estive longe, mas não é quem eu sou. Não quero criar nenhum filho aqui (se algum dia, eu tiver herdeiros rs), não quero viver aqui, não quero morrer aqui. Quero sentir de novo que sou um pedaço do mundo pra as outras pessoas. Então, assim que der, vou bancar a Barbie mosqueteira and make my own way. Talvez pra a Romênia, Espanha, El Dorado, Nárnia... Onde quer que eu ache sossego emocional e aventura criativa. E se um dia eu quiser voltar e me achar completa nesse lugar, ótimo.

A vida é pra a gente tentar descobrir o sexo dos anjos mesmo.

E como sempre nos papos furados, uma playlist das minhas músicas preferidas do momento. Tem música clássica latina, brasileira folclórica e Hanson nessa lista tá, me desculpem.

* O próximo post vai ser finalmente sobre o resultado das maratonas de Halloween e meu flop nas últimas semanas e tentativa de recompensar isso nos primeiros dias de novembro ashuahua Enfim, até lá :) *

21 de outubro de 2017

But the sky's gonna hurt when it falls, so you better start building some walls

Lembram do Thomas? Então, eu achei uma Helena, mas dessa vez, escrita nos moldes contemporâneos, no meu computador. Acho, não tenho certeza, que Helena e Thomas foram pensados na mesma época e provavelmente no mesmo universo. De qualquer forma, esses são escritos de algum tempo, que estão me fazendo lembrar de quem eu era há alguns verões atrás (E eles foram escritos de maneira muito aleatória, e muito desconexa *Então relevem que tá meio confuso e meio pointless, mas eu queria guardar aqui antes que eu exclua por coisas "mais importantes"* Esse texto começou em 2015, só que eu escrevi pedaços dele até os primeiros meses desse ano, uma vez que era meio como uma página onde eu despejava qualquer coisa que viesse à mente. Muito do que escrevi diz mais respeito a mim do que a Helena, apesar de ela ser uma personagem bastante autobiográfica). 
Eu meio que me sinto como o personagem que o Luiz Fernando Carvalho projetou no Dom Casmurro (na minissérie Capitu de 2008), alguém que tem tem tanta saudade de si mesmo, a ponto de materializar. E é isso que eu ando fazendo em 2017. 
Só pra finalizar esse """prefácio""", eu acho que essa foi a primeira personagem assexual que escrevi. Lembro de um desses dias péssimos em que eu estava me sentindo meio esquisita, e fui, numa tentativa desesperada de me aliviar, assistir Glee pela milésima vez. Ai tem um episódio onde o Kurt reclama ao pai que não existem personagens principais gays nos musicais da Broadway, e então o pai dele diz uma coisa que me inspirou a criar a Helena, que se não existem protagonistas que te representem, escreva-os.

Quero que olhe pra mim quando diz que não amo. Olhe de verdade e tente ver se enxerga só pele ou poeira cósmica. Veja se há um ser humano.
Preciso que imagine como é ser eu. Mas não me encare, ou eu me sinto pequena. E hoje estou tão grande que meus pés não cabem na cama.
Deve ser porque não sorrio tanto. Ou porque não toco você. O que eu preciso fazer pra você ver que eu também amo?
Se eu te disser que amo muitas coisas, minha casa, meus livros, minha Polaroide, a rua que dá para a antiga escola onde estudei...Você acredita ou vai achar que eu ainda preciso tomar Nescau toda manhã? O que eu tenho que amar para parecer uma mulher? 

Você me faz sentir pequena. E hoje estou tão grande que meus pés não cabem na cama.

Meu amor precisa escorrer pelos meus dedos ou escapulir pela minha boca para que você aceite isso? É algo tão maior e mais complexo que eu que não consigo alcançar com as minhas próprias mãos e nem racionalizar com a minha finitude falha e adolescente. Me pergunto então como você consegue. 
E quando eu preciso abraçar minha gata, que nesse momento está me olhando pela fresta da janela, porque a acho tão preciosa quanto uma parte vital do meu corpo, será que isso é amor ou devo chamar de outra coisa? Quando simplesmente não consigo parar de olhar pra o teto quando releio pela milésima vez as minhas páginas preferidas do Machado de Assis(Ou será que eu devo ler Shakespeare para poder amar?)?

Isso vem e vai de maneiras não previstas. O amor que eu esperei e que você me fez almejar, vem todos os dias com um traje que não reconheço. À noite com a tradição da minha irmã de não dormir sem antes dizer "Até mais tarde" e demandar uma resposta. No início da tarde, quando minha mãe me acompanha até a porta e exige que eu a peça a benção. Você acha que isso é amor ou ainda não há um nome pra isso?
E então se eu te falar que amo a mim mesma, será que está tudo bem? Eu realmente preciso dar amor para você, ou té-lo em minha carne, para que eu seja amor também? E se eu amar minhas curvas, meus cabelos, minhas sobrancelhas mal-feitas, meu ronco quando rio muito, meu choro quando estou feliz demais?

É esquisito como a vida inteira eu imaginei como era ser amada. O caso é que eu já nasci amada. E amor é isso mesmo, venha e seja de quem for. O amor que a gente espera às vezes sempre esteve lá. 
E apesar de nós o escutarmos diferente nas músicas românticas, a vida não pode se limitar em algo que te foi dado através de uma telinha de TV. Que droga que até o amor é soterrado nesse desespero por lucro. Mas você não acredita nisso. 
Você ri e me faz sentir pequena. E hoje estou tão grande que meus pés não cabem na cama. 
Eu decidi então construir um muro. Um bem forte, que nem aquele que a União Soviética pôs bem no meio da Alemanha. Construí bem lenta e atenciosamente. Pensei que estivesse segura. Mas o amor passa até pelas menores frestas e nisso você acredita. 
O muro desabou e fui à ruína junto. Mas eu precisava disso, no final das contas. Quando o céu desaba sobre a gente é quase sempre o único momento em que a gente o nota, mesmo ele estando em cima da nossa cabeça a vida toda.

Quer saber? agora não posso lidar com isso. Nem com seu clamor e nem com a minha dúvida.
Eu não quero viver mil vidas até descobrir qual é a minha, nem me forçar a ser você, até que, enfim, cansada, decida ser eu. Nesse ínterim, já roí todas as minhas unhas e estou quase fazendo os dedos sangrarem. 
Há uma infinidade de possibilidades entre a gente. Eu não consigo e nem quero conhecer todas elas. Você me faz sentir insuficiente e eu não preciso de ajuda pra me pôr pra baixo. 
Não preciso entender o motivo da sua existência. Então por que você insiste em questionar o motivo da minha? Eu preciso de um aval seu para não desperdiçar minha essência?

Não tenho que te dar o que você não consegue dar a si mesmo. Eu nasci ontem, mas a vida já parece tão doída que não aguento te carregar nas costas. O que eu fui para você, você não precisa. Mas desde que eu entrei naquele ônibus que me levou até a gente, eu nunca necessitei tanto de mim mesma. 
Sabe, eu ainda não voltei pra casa, mas quando chegar lá, no fim dessa maldita odisseia, vou desligar as luzes e sentar comigo mesma no escuro. Perguntar por onde andei e dizer que senti saudades. Me segurar com força para que eu não desate a me perder por ai de novo. Dizer que me amo porque dessa vez eu preciso ouvir. Que tal ver Clueless ou Mean Girls? Eu preparo um brigadeiro, se você ficar. Tudo bem, jovens fazem besteira mesmo.

Mas não me diga que eu não posso amar, porque me sinto pequena.
E hoje estou tão grande que meus pés não cabem na cama.

Amanhã (em quatro minutos) começa a SCREAMathon! Boa sorte pra quem vai participar (incluindo eu rs)!
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